sábado, 28 de agosto de 2010
TENDENCIAS DE CONSUMO. CONHEÇA 7 PERFIS!
Detectar e entender as aspirações humanas da sociedade pós-moderna e como essas motivações e desejos se refletem nos rituais de consumo não é tarefa fácil. O Observatório de Tendências Ipsos capta as tendências de consumo nas principais capitais do mundo, identifica e analisa movimentos e fenômenos observados em nível macroeconômico, político e social e seus reflexos no consumo, no comportamento, nas manifestações culturais, na arquitetura e na propaganda.
Publicamos a seguir os sete perfis de consumo elencados pela empresa de pesquisa na íntegra. “As sete tendências revelam um mundo em busca de composição”, aponta Clotilde Perez, Coordenadora Geral do Observatório. Esta composição passa por um eixo formado por ambiguidade, leveza, sonsoralidade, por um mundo edulcorado e reticular.
1. Go Bubbles
Tudo ao mesmo tempo e agora: a ideia quase mágica tornou-se uma condição para quem quisesse pertencer ao mundo globalizado. A ausência de limites tinha sua contraposição: se por um lado o indivíduo dispunha da possibilidade de acesso praticamente irrestrito às informações e contatos, por outro, ele também tinha que estar disponível e atento a tudo para poder acompanhar esse novo ritmo. Logo os efeitos colaterais começaram a ser percebidos. A percepção de excesso, a sensação de sobrecarga dava sinais desde as primeiras ondas do Observatório.
Hoje não há mais ambivalência: “o mundo é assim”. Ninguém mais se pergunta se é bom ou ruim ter internet, ter acesso à tecnologia... São as consequências do convívio com a primeira geração de nativos digitais!
Como a globalização e a vida sem fronteiras não foram alcançadas, o mood agora é considerar o mundo, mas não é necessário estar lá... O tempo agorista ainda é um valor. Mas a aldeia global adquiriu dimensões mais modestas, ainda que múltiplas. Estar “conectado” não significa, necessariamente, estar ligado a tudo o que acontece no mundo o tempo todo. Filtrar, selecionar e bloquear informações possibilitou limites. Conexão, interatividade, multiplicidade estão mais voltadas aos microcosmos, e são assim melhor administradas. Estas são as principais marcas da Tendência Go Bubbles “conexão no microcosmos”.
Publicamos a seguir os sete perfis de consumo elencados pela empresa de pesquisa na íntegra. “As sete tendências revelam um mundo em busca de composição”, aponta Clotilde Perez, Coordenadora Geral do Observatório. Esta composição passa por um eixo formado por ambiguidade, leveza, sonsoralidade, por um mundo edulcorado e reticular.
1. Go Bubbles
Tudo ao mesmo tempo e agora: a ideia quase mágica tornou-se uma condição para quem quisesse pertencer ao mundo globalizado. A ausência de limites tinha sua contraposição: se por um lado o indivíduo dispunha da possibilidade de acesso praticamente irrestrito às informações e contatos, por outro, ele também tinha que estar disponível e atento a tudo para poder acompanhar esse novo ritmo. Logo os efeitos colaterais começaram a ser percebidos. A percepção de excesso, a sensação de sobrecarga dava sinais desde as primeiras ondas do Observatório.
Hoje não há mais ambivalência: “o mundo é assim”. Ninguém mais se pergunta se é bom ou ruim ter internet, ter acesso à tecnologia... São as consequências do convívio com a primeira geração de nativos digitais!
Como a globalização e a vida sem fronteiras não foram alcançadas, o mood agora é considerar o mundo, mas não é necessário estar lá... O tempo agorista ainda é um valor. Mas a aldeia global adquiriu dimensões mais modestas, ainda que múltiplas. Estar “conectado” não significa, necessariamente, estar ligado a tudo o que acontece no mundo o tempo todo. Filtrar, selecionar e bloquear informações possibilitou limites. Conexão, interatividade, multiplicidade estão mais voltadas aos microcosmos, e são assim melhor administradas. Estas são as principais marcas da Tendência Go Bubbles “conexão no microcosmos”.
2. HiperSense
O desejo pela intensidade, surpreender e ser surpreendido, arriscar-se, ousar, sair do lugar comum, fazer algo diferente – peculiaridades tipicamente humanas – foram aguçadas pelos efeitos de massificação e da pouca diferenciação da era global.
Desde as primeiras ondas deste Observatório foram observadas diferentes formas de buscar uma emoção mais intensa: do desafio físico, que fazia subir a adrenalina nos esportes radicais, passando pelo exibicionismo, pelo voyeurismo, até a invasão do fetichismo.
Essas manifestações continuam, mas surgiram formas mais elaboradas de se fazer notar e de sentir. Muitas vezes associadas a mensagens edificantes: minar preconceitos, atenuar tabus, manifestar uma ideia... A ênfase agora está em despertar os sentidos de maneira inusitada, ilusionar, misturar, sobrepor os sentidos. Estas são as marcas da Tendência HiperSense “maximização dos sentidos”.
3. Venus Fever
A discussão sobre os papeis sociais tradicionais do homem e da mulher já não ocupa mais destaque. Nota-se que a questão saiu do debate público e está mais evidente no âmbito privativo – cada um se acerta com seus pares. Nas ondas anteriores, a mulher estava mais presa aos poderes que conquistou, enquanto o homem aparecia mais perdido, sem um papel muito definido. Estavam todos carentes de modelos. Neste momento fica evidente que há certa parceria e flexibilidade.
Um caminho sem volta. A mulher não será mais a antiga “Amélia” e não se sente mais tão ameaçada pela perda de suas conquistas. Pode transitar mais naturalmente entre possibilidades: ora ocupando uma posição de mais liderança, ora compartilhando, sentindo-se frágil e pedindo proteção, ou até mesmo servindo ao marido e aos filhos. Da mesma forma, o homem é também mais livre para circular: mais sensível, vulnerável, parceiro e também pode ser mais viril, rústico...
Hoje, é a ideia de “compor” está no centro das atenções. O caricato, em qualquer sentido que seja, não tem mais espaço. Estas são características da tendência Venus Fever “He, she, it: a composição como possibilidade”.
4. Living Well
Bem estar é o foco da tendência Living Well. Na onda anterior já observávamos a diminuição das cobranças e estávamos mais livres das exigências sociais, o que deu o tom do “bem estar possível”, com forte conexão extra-corpus.
Agora identificamos duas vertentes a partir de um conflito: Finitude ou Longevidade? “Tem que ser hoje, porque pode acabar amanhã. E tem que ser todo dia, porque pode durar 90 anos”. Diante dessa dicotomia evidenciamos por um lado forte valorização do momento presente. Cuidar de si é mais possível do que cuidar do planeta ou dos problemas de ordem mundial. Por outro lado, evidencia-se mais preocupação com o futuro, com manifestações de generosidade, de dedicação aos outros, de ajudar, contribuir... Afinal vamos viver muito... A linguagem edulcorada e a generosidade são algumas das marcas da Tendência Living Well “bem estar necessário”.
5. ID Quest
Nas ondas anteriores do Observatório, a tendência ID Quest revelava uma maior valorização da memória afetiva, dos registros pessoais e da busca por proteção nas redes de segurança tradicionais. Na atualidade ID Quest tem importante destaque: buscar as raízes para saber quem eu sou – e eu sou um mosaico.
Amigos pessoais são mais valorizados, mesmo que o contato com eles seja mais virtual do que físico. Momento de crise financeira também intensifica a necessidade de contatos mais sólidos e verdadeiros do que a ampla gama de desconhecidos. Sente-se também certo remorso, culpa por ter se distanciado durante certo tempo dos laços afetivos mais reais.
São evidentes manifestações claras de busca afetiva, como design de época, objetos do passado, colecionismo em alta, remakes de filmes e peças de sucesso, renascimento das mascotes de marca e criação de novas, valorização das histórias de vida, os pets e a sedução pela eternidade. Tudo em busca de uma relação mais emocional e mais afetiva como possibilidade de constituição da própria identidade, ainda que esta identidade se forme na composição.
É preciso respeitar o mosaico de si mesmo, privilegiar cada pedacinho de si. Essas são algumas das características da Tendência ID Quest “patchwork identitário”.
6. My Way
A tendência My Way apresentava-se em ascensão na onda anterior: a indústria a serviço da customização com possibilidades cada vez mais fáceis e acessíveis de se diferenciar; a indústria favorecendo a customização. Agora o foco passou a ser no indivíduo e em tudo que lhe agrada e singulariza. Não queremos apenas personalizar: somos autores-atores prontos para performar.
Agora, as manifestações de individualidade estão também expressas na relação com o outro, na co-autoria, nos processos de co-criation, na colaboração. O exercício da criatividade está na capacidade de transitar por vários estilos, atitudes e comportamentos. Ser único e ser múltiplo é o tom de My Way, “protagonismo e criatividade”.
7. Know Your Rights
É a mais atual das tendências. Vem crescendo em cada onda do Observatório. Alicerçada no paradigma contemporâneo “consumir é existir”, com ramificações para o consumo crítico, ético e sofisticado, esta tendência agora dá sinais de fusão entre os eixos “crítico” e “ético”: repudia-se tanto o excesso do capitalismo e das grandes corporações, quanto a forma de produção. E também não basta aderir a produtos éticos se o consumo for excessivo.
Ética e estética aglutinam-se: “é feio jogar papel no chão”. Festa do consumo responsável, dia sem compras, loja gratuita, são exemplos claros dessas misturas. As manifestações de insatisfação, repúdio e até vingança contra organizações e marcas proliferam-se na rede.
Na vertente da sofisticação do consumo, notamos sinais do surgimento de novos significados para luxo: momento de mais moderação e controle e atenção ao que se mostra. A ideia de excessos pode comprometer a imagem pessoal. Marcas de luxo voltam-se para o core business em busca de segurança e manutenção das vendas. Estas são algumas das evidências de Know Your Rights “Consumidores complexos e críticos”.
O desejo pela intensidade, surpreender e ser surpreendido, arriscar-se, ousar, sair do lugar comum, fazer algo diferente – peculiaridades tipicamente humanas – foram aguçadas pelos efeitos de massificação e da pouca diferenciação da era global.
Desde as primeiras ondas deste Observatório foram observadas diferentes formas de buscar uma emoção mais intensa: do desafio físico, que fazia subir a adrenalina nos esportes radicais, passando pelo exibicionismo, pelo voyeurismo, até a invasão do fetichismo.
Essas manifestações continuam, mas surgiram formas mais elaboradas de se fazer notar e de sentir. Muitas vezes associadas a mensagens edificantes: minar preconceitos, atenuar tabus, manifestar uma ideia... A ênfase agora está em despertar os sentidos de maneira inusitada, ilusionar, misturar, sobrepor os sentidos. Estas são as marcas da Tendência HiperSense “maximização dos sentidos”.
3. Venus Fever
A discussão sobre os papeis sociais tradicionais do homem e da mulher já não ocupa mais destaque. Nota-se que a questão saiu do debate público e está mais evidente no âmbito privativo – cada um se acerta com seus pares. Nas ondas anteriores, a mulher estava mais presa aos poderes que conquistou, enquanto o homem aparecia mais perdido, sem um papel muito definido. Estavam todos carentes de modelos. Neste momento fica evidente que há certa parceria e flexibilidade.
Um caminho sem volta. A mulher não será mais a antiga “Amélia” e não se sente mais tão ameaçada pela perda de suas conquistas. Pode transitar mais naturalmente entre possibilidades: ora ocupando uma posição de mais liderança, ora compartilhando, sentindo-se frágil e pedindo proteção, ou até mesmo servindo ao marido e aos filhos. Da mesma forma, o homem é também mais livre para circular: mais sensível, vulnerável, parceiro e também pode ser mais viril, rústico...
Hoje, é a ideia de “compor” está no centro das atenções. O caricato, em qualquer sentido que seja, não tem mais espaço. Estas são características da tendência Venus Fever “He, she, it: a composição como possibilidade”.
4. Living Well
Bem estar é o foco da tendência Living Well. Na onda anterior já observávamos a diminuição das cobranças e estávamos mais livres das exigências sociais, o que deu o tom do “bem estar possível”, com forte conexão extra-corpus.
Agora identificamos duas vertentes a partir de um conflito: Finitude ou Longevidade? “Tem que ser hoje, porque pode acabar amanhã. E tem que ser todo dia, porque pode durar 90 anos”. Diante dessa dicotomia evidenciamos por um lado forte valorização do momento presente. Cuidar de si é mais possível do que cuidar do planeta ou dos problemas de ordem mundial. Por outro lado, evidencia-se mais preocupação com o futuro, com manifestações de generosidade, de dedicação aos outros, de ajudar, contribuir... Afinal vamos viver muito... A linguagem edulcorada e a generosidade são algumas das marcas da Tendência Living Well “bem estar necessário”.
5. ID Quest
Nas ondas anteriores do Observatório, a tendência ID Quest revelava uma maior valorização da memória afetiva, dos registros pessoais e da busca por proteção nas redes de segurança tradicionais. Na atualidade ID Quest tem importante destaque: buscar as raízes para saber quem eu sou – e eu sou um mosaico.
Amigos pessoais são mais valorizados, mesmo que o contato com eles seja mais virtual do que físico. Momento de crise financeira também intensifica a necessidade de contatos mais sólidos e verdadeiros do que a ampla gama de desconhecidos. Sente-se também certo remorso, culpa por ter se distanciado durante certo tempo dos laços afetivos mais reais.
São evidentes manifestações claras de busca afetiva, como design de época, objetos do passado, colecionismo em alta, remakes de filmes e peças de sucesso, renascimento das mascotes de marca e criação de novas, valorização das histórias de vida, os pets e a sedução pela eternidade. Tudo em busca de uma relação mais emocional e mais afetiva como possibilidade de constituição da própria identidade, ainda que esta identidade se forme na composição.
É preciso respeitar o mosaico de si mesmo, privilegiar cada pedacinho de si. Essas são algumas das características da Tendência ID Quest “patchwork identitário”.
6. My Way
A tendência My Way apresentava-se em ascensão na onda anterior: a indústria a serviço da customização com possibilidades cada vez mais fáceis e acessíveis de se diferenciar; a indústria favorecendo a customização. Agora o foco passou a ser no indivíduo e em tudo que lhe agrada e singulariza. Não queremos apenas personalizar: somos autores-atores prontos para performar.
Agora, as manifestações de individualidade estão também expressas na relação com o outro, na co-autoria, nos processos de co-criation, na colaboração. O exercício da criatividade está na capacidade de transitar por vários estilos, atitudes e comportamentos. Ser único e ser múltiplo é o tom de My Way, “protagonismo e criatividade”.
7. Know Your Rights
É a mais atual das tendências. Vem crescendo em cada onda do Observatório. Alicerçada no paradigma contemporâneo “consumir é existir”, com ramificações para o consumo crítico, ético e sofisticado, esta tendência agora dá sinais de fusão entre os eixos “crítico” e “ético”: repudia-se tanto o excesso do capitalismo e das grandes corporações, quanto a forma de produção. E também não basta aderir a produtos éticos se o consumo for excessivo.
Ética e estética aglutinam-se: “é feio jogar papel no chão”. Festa do consumo responsável, dia sem compras, loja gratuita, são exemplos claros dessas misturas. As manifestações de insatisfação, repúdio e até vingança contra organizações e marcas proliferam-se na rede.
Na vertente da sofisticação do consumo, notamos sinais do surgimento de novos significados para luxo: momento de mais moderação e controle e atenção ao que se mostra. A ideia de excessos pode comprometer a imagem pessoal. Marcas de luxo voltam-se para o core business em busca de segurança e manutenção das vendas. Estas são algumas das evidências de Know Your Rights “Consumidores complexos e críticos”.
Postado por LUAN! (FONTE: http://www.mundodomarketing.com.br/)
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Banco do Brasil -Marketing Institucional.
Atuação do Banco do Brasil na Cultura
O Banco da Cultura.
O Banco do Brasil apóia a cultura nas áreas de artes cênicas, artes plásticas, audiovisual, música, idéias e programa educativo. Nos diversos segmentos artísticos, o Banco do Brasil tem aplicado seus recursos nos Centros Culturais Banco do Brasil – Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo – e no Circuito Cultural, projeto itinerante que ocorre em diferentes regiões do país.
Desde a fundação do primeiro Centro Cultural em 1989, o Banco do Brasil posicionou-se como empresa de vanguarda na atuação em cultura. Criados com o propósito de tornar-se referência na área, os Centros Culturais Banco do Brasil e o Circuito Cultural Banco do Brasil são, hoje, espaços de excelência e pontos de atração de públicos.
Atributos dos Centros Culturais Banco do Brasil
A programação dos Centros Culturais privilegia artistas, grupos e instituições culturais consagrados e de ampla aceitação e criadores de vanguarda considerados de alta qualidade pela crítica especializada.
Os atributos agregados aos Centros Culturais são: credibilidade, regularidade, diversidade e sensibilidade.
(Fonte: www.bb.com.br) Postado por, Anna!!
O Banco da Cultura.
O Banco do Brasil apóia a cultura nas áreas de artes cênicas, artes plásticas, audiovisual, música, idéias e programa educativo. Nos diversos segmentos artísticos, o Banco do Brasil tem aplicado seus recursos nos Centros Culturais Banco do Brasil – Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo – e no Circuito Cultural, projeto itinerante que ocorre em diferentes regiões do país.
Desde a fundação do primeiro Centro Cultural em 1989, o Banco do Brasil posicionou-se como empresa de vanguarda na atuação em cultura. Criados com o propósito de tornar-se referência na área, os Centros Culturais Banco do Brasil e o Circuito Cultural Banco do Brasil são, hoje, espaços de excelência e pontos de atração de públicos.
Atributos dos Centros Culturais Banco do Brasil
A programação dos Centros Culturais privilegia artistas, grupos e instituições culturais consagrados e de ampla aceitação e criadores de vanguarda considerados de alta qualidade pela crítica especializada.
Os atributos agregados aos Centros Culturais são: credibilidade, regularidade, diversidade e sensibilidade.
(Fonte: www.bb.com.br) Postado por, Anna!!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
MARKETING EDUCACIONAL
Ações em rede
Instituições de ensino utilizam cada vez mais as redes sociais para se aproximarem de seus alunos e fazer com que eles se tornem divulgadores de suas marcas.
Quando assumiu a gerência de marketing da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), há um mês, a missão de Wilson Diniz estava clara: teria de inserir o grupo educacional nas novas mídias. Isso porque, segundo o próprio executivo, estar presente em redes sociais significa estar mais próximo do consumidor. Mas investir em canais como Twitter, Facebook e Orkut significa também trabalhar relacionamentos com outros personagens importantes para as instituições de ensino, como ex-alunos, professores, colaboradores, comunidades próximas à instituição.
É bem verdade que muitas empresas, sejam de ensino ou não, invadem a web sem saber ao certo o que fazer, como fazer e para quem fazer. Pensando nisso, Diniz montou uma estratégia para a organização, que ainda está se consolidando nesse universo, mas que já leva conteúdo institucional, promocional, novos cursos, notícias e eventos para canais onde a informação chega em tempo real. E, de fato, rapidez é uma das palavras que melhor definem os jovens de hoje, que pensam, fazem e replicam ideias com uma rapidez que chega a assustar determinadas companhias.
Uma das ações promovidas pela FMU foi disponibilizar suas inscrições para o vestibular de meio de ano pelo Facebook. “Não há uma quantidade muito grande de pessoas optando por esse canal, em torno de 1% das inscrições de junho vieram do Facebook. Para estimular a utilização desse formato, temos promoções direcionadas para a captação do vestibular, oferecendo, muitas vezes, desconto em matrículas e isenção de inscrição para o processo seletivo”, comenta Diniz.
Com 15% de seu investimento de marketing realocado para web, a FMU pode ser encontrada em mais de 20 redes sociais, além dessas acima citadas. Mas será que estar em todos os lugares não pode ter o efeito contrário e fazer com que a instituição não dê conta de gerenciar todos esses canais? O executivo garante que não. “Desde que a instituição identifique essa ferramenta como estratégia de marketing e tenha como atuar, não há problema nenhum. É preciso ter capacidade de interação e dentro da nossa estratégia de captação e fidelização temos uma analista responsável pela moderação e ativação dos conteúdos, mapeamento do que falam sobre nós e também sobre o segmento como um todo”, explica Diniz.
Prevenir é melhor que remediar
O Grupo Estácio, uma das maiores redes de ensino do Brasil, adotou uma forma diferente para lidar com as famosas redes sociais e está presente, por enquanto, apenas no YouTube (www.youtube.com.br/estacio), com vídeos “degustativos” das aulas e informações sobre os cursos. O canal é bem “clean” e organizado e Daniela Faissal, gerente de comunicação do grupo, explica por que ainda não participa dos canais mais tradicionais: “Comunicar em redes sociais tem uma importância extremamente alta para a construção da marca e captação de alunos. Por isso, contratamos uma empresa especializada para monitorar as redes de nosso interesse, o que é falado e por quem. Depois dessa análise, desenvolveremos uma estratégia para que até o início de 2011 possamos estar ativamente nesses canais.”
Dentre as ações postadas no YouTube estão aulas especiais com personalidades, como os ex-ministros Marina Silva, Cristovam Buarque, Gilberto Gil, entre outros. Todo esse cuidado, segundo Daniela, deve-se à preocupação da Estácio em relação ao conteúdo que será publicado. “Haverá uma equipe de professores por trás disso e uma outra monitorando tudo que será publicado. Temos de nos cercar por todos os lados; quem vai responder aos comentários postados nas redes sociais e como vai responder. Todos no grupo precisam estar com o mesmo sentido: secretaria, site, redes sociais, atendimento por telefone. Tudo isso porque queremos, realmente, fazer a diferença nas redes sociais”, comenta a gerente. Internet passou a ser, de fato, um diferencial para o grupo e de 2008 para 2010 os investimentos na área passaram de 5% para 15%.
As atenções do Mackenzie também estão voltadas para o bom uso e a divulgação de informações relevantes sobre a instituição. Uma das ações que tiveram grande repercussão nas redes sociais, segundo Mônica Bonilha, gerente de marketing da entidade, foi o lançamento do documentário “O que vou deixar para o mundo?”, nas redes sociais Twitter (mack_on), Orkut e Facebook (O mundo que eu quero). Além de expor assuntos que envolvem sustentabilidade, política, entre outros, as redes também servem para a consolidação da marca e, claro, aproximação de alunos e possíveis prospects, onde são divulgadas informações sobre cursos, palestras, eventos, sorteios, jogos esportivos, dia a dia de atletas e de ex-alunos. “Considerando que o número de internautas brasileiros ultrapassou 73 milhões no Brasil, segundo a Folha Online, não podemos deixar de lado o poder das redes sociais e, portanto, o Mackenzie se faz presente, reconhecendo a importância do contato direto e permanente com seus alunos, antigos alunos, pais e usuários em geral”, finaliza Mônica.
(Fonte:http://www.revistamarketing.com.br/revista.aspx?e=450) Postado por: Francielle
Instituições de ensino utilizam cada vez mais as redes sociais para se aproximarem de seus alunos e fazer com que eles se tornem divulgadores de suas marcas.
Quando assumiu a gerência de marketing da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), há um mês, a missão de Wilson Diniz estava clara: teria de inserir o grupo educacional nas novas mídias. Isso porque, segundo o próprio executivo, estar presente em redes sociais significa estar mais próximo do consumidor. Mas investir em canais como Twitter, Facebook e Orkut significa também trabalhar relacionamentos com outros personagens importantes para as instituições de ensino, como ex-alunos, professores, colaboradores, comunidades próximas à instituição.
É bem verdade que muitas empresas, sejam de ensino ou não, invadem a web sem saber ao certo o que fazer, como fazer e para quem fazer. Pensando nisso, Diniz montou uma estratégia para a organização, que ainda está se consolidando nesse universo, mas que já leva conteúdo institucional, promocional, novos cursos, notícias e eventos para canais onde a informação chega em tempo real. E, de fato, rapidez é uma das palavras que melhor definem os jovens de hoje, que pensam, fazem e replicam ideias com uma rapidez que chega a assustar determinadas companhias.
Uma das ações promovidas pela FMU foi disponibilizar suas inscrições para o vestibular de meio de ano pelo Facebook. “Não há uma quantidade muito grande de pessoas optando por esse canal, em torno de 1% das inscrições de junho vieram do Facebook. Para estimular a utilização desse formato, temos promoções direcionadas para a captação do vestibular, oferecendo, muitas vezes, desconto em matrículas e isenção de inscrição para o processo seletivo”, comenta Diniz.
Com 15% de seu investimento de marketing realocado para web, a FMU pode ser encontrada em mais de 20 redes sociais, além dessas acima citadas. Mas será que estar em todos os lugares não pode ter o efeito contrário e fazer com que a instituição não dê conta de gerenciar todos esses canais? O executivo garante que não. “Desde que a instituição identifique essa ferramenta como estratégia de marketing e tenha como atuar, não há problema nenhum. É preciso ter capacidade de interação e dentro da nossa estratégia de captação e fidelização temos uma analista responsável pela moderação e ativação dos conteúdos, mapeamento do que falam sobre nós e também sobre o segmento como um todo”, explica Diniz.
Prevenir é melhor que remediar
O Grupo Estácio, uma das maiores redes de ensino do Brasil, adotou uma forma diferente para lidar com as famosas redes sociais e está presente, por enquanto, apenas no YouTube (www.youtube.com.br/estacio), com vídeos “degustativos” das aulas e informações sobre os cursos. O canal é bem “clean” e organizado e Daniela Faissal, gerente de comunicação do grupo, explica por que ainda não participa dos canais mais tradicionais: “Comunicar em redes sociais tem uma importância extremamente alta para a construção da marca e captação de alunos. Por isso, contratamos uma empresa especializada para monitorar as redes de nosso interesse, o que é falado e por quem. Depois dessa análise, desenvolveremos uma estratégia para que até o início de 2011 possamos estar ativamente nesses canais.”
Dentre as ações postadas no YouTube estão aulas especiais com personalidades, como os ex-ministros Marina Silva, Cristovam Buarque, Gilberto Gil, entre outros. Todo esse cuidado, segundo Daniela, deve-se à preocupação da Estácio em relação ao conteúdo que será publicado. “Haverá uma equipe de professores por trás disso e uma outra monitorando tudo que será publicado. Temos de nos cercar por todos os lados; quem vai responder aos comentários postados nas redes sociais e como vai responder. Todos no grupo precisam estar com o mesmo sentido: secretaria, site, redes sociais, atendimento por telefone. Tudo isso porque queremos, realmente, fazer a diferença nas redes sociais”, comenta a gerente. Internet passou a ser, de fato, um diferencial para o grupo e de 2008 para 2010 os investimentos na área passaram de 5% para 15%.
As atenções do Mackenzie também estão voltadas para o bom uso e a divulgação de informações relevantes sobre a instituição. Uma das ações que tiveram grande repercussão nas redes sociais, segundo Mônica Bonilha, gerente de marketing da entidade, foi o lançamento do documentário “O que vou deixar para o mundo?”, nas redes sociais Twitter (mack_on), Orkut e Facebook (O mundo que eu quero). Além de expor assuntos que envolvem sustentabilidade, política, entre outros, as redes também servem para a consolidação da marca e, claro, aproximação de alunos e possíveis prospects, onde são divulgadas informações sobre cursos, palestras, eventos, sorteios, jogos esportivos, dia a dia de atletas e de ex-alunos. “Considerando que o número de internautas brasileiros ultrapassou 73 milhões no Brasil, segundo a Folha Online, não podemos deixar de lado o poder das redes sociais e, portanto, o Mackenzie se faz presente, reconhecendo a importância do contato direto e permanente com seus alunos, antigos alunos, pais e usuários em geral”, finaliza Mônica.
(Fonte:http://www.revistamarketing.com.br/revista.aspx?e=450) Postado por: Francielle
Venda direta
Muitas empresas estão multiplicando suas vendas devido ao trabalho dos profissionais especializado em vendas diretas, e tambem abrindo portas para aqueles que querem abrir seu proprio negocio.
Material postado por Selma
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